Campanha Ganhe um Kimono Dragão

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Regulamento:

• Preencha seu cadastro em http://bit.ly/promo-kimono;

• Coloque um e-mail que você use sempre, pois os resultados serão enviados para o endereço cadastrado;

• Se você tem bloqueio automático de SPAM, autorize os e-mails da Kimonos Dragão;

• Se você for o ganhador do mês poderá escolher o modelo, cor e tamanho do kimono;

• No caso de troca, as despesas de envio serão por conta do ganhador;

• Os sorteios serão feitos até o dia 10 de cada mês e o kimono escolhido será enviado pelo correio;

• O vencedor do mês terá seu nome divulgado. Á partir do cadastro feito para participar, você  estará autorizando a Dragão a divulgar seu nome nas mídias impressas e sociais;

• Promoção válida enquanto a página da promoção estiver ativa

Dia dos Pais pelo G Mestre Flavio Behring

Voces sabiam que o pai do Grande Mestre Flavio Behring, lenda do nosso jiu jitsu, foi um dos responsáveis por implantar o Dia dos Pais aqui no Brasil???

Saiba a história verdadeira, contada pelo próprio Mestre!!!

“Acostumei-me a chamar assim: “Dia do Papai”, e não Dias dos Pais, como o comércio passou a divulgar.

Com o orgulho de um filho que respeitou e amou o papai enquanto aqui esteve, preciso contar essa história.

Estou divididindo-a com pessoas que convivem comigo.

Creio que assim estarei levando ao conhecimento de cada um a única e verdadeira história desse dia que é comemorado (domingo 14/08) aqui no Brasil.

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“HISTÓRICO DO DIA DO PAPAI”

O Dia do papai foi instituido em 1953, pelo jornalista SYLVIO BEHRING que, na oportunidade, era Diretor do Jornal O Globo, da Rádio Globo e da Editora.

O lançamento de uma idéia como essa, em uma cidade como o Rio de Janeiro, cujos habitantes são conhecidos pela sua verve, malícia e espírito crítico, representava uma temeridade, como a quase totalidade das pessoas sondadas admitiam, advertindo sobre o perigo de um fracasso ou do ridículo.Por mais de um ano, Sylvio Behring vinha amadurecendo a idéia, comentando com amigos, seus familiares, colegas, professores.

Procurava Sylvio Behring a forma segura de lançar o Dia do Papai, cercado de todo o cuidado para garantir o sucesso dos objetivos claros. Até que pretendeu lançá-lo em data equidistante de outras comemorações, pensando em agosto.

A data indicada foi a de 14 de agosto, dia de São Joaquim – o Patriarca – o que vinha ao encontro do que objetivava Sylvio Behring:

“a comemoração da data no recesso do lar, unindo as criaturas pelo amor, pelo carinho, pelo respeito e reconhecimento, oferecendo oportunidade para a manifestação indispensável ao desevolvimento do espírito de grupo familiar”.

Em seguida, Sylvio Behring, convidou o compositor Miguel Gustavo (seu companheiro na Rádio Globo) para compor um “jingle” para a promoção do Dia do Papai.

Genial o compositor criou “É sempre o Papai, é sempre o papai….”, cantando a composição pelo telefone para Sylvio Behring que se encontrava em São Paulo.

Em seguida a música foi mandada ao ar em todos os intervalos da Rádio Globo.

Tanto sucesso fez o “jingle” que os comerciantes de discos se viram às tontas com os pedidos.

Dois dias depois, por imposição do público, começava a prensagem dos discos para venda.

Com a demora na “prensagem” o público adquiria talões de reserva do disco e aguardavam a chegada das remessas, em frente a loja Palermo no Largo do Carioca. Um sucesso!!

Sylvio Behring considera essa composição a grande responsável pelo sucesso absoluto da iniciativa.

Escolhido o dia 14 de agosto, precisava-se entretanto, que se admitisse a necessária presença do Papai em casa, para as comemorações. Admitiu-se então a mobilidade da comemoração. O segundo domingo de agosto seria sempre o domingo mais próximo do dia 14 e os Papais estariam em casa para receber a carinhosa manifestação.

Sylvio Behring

Uma foto mostra meu papai em 1957 frente a sua máquina Remington, escrevendo um texto, como tantos outros foram rescritos, e que marcaram o jornalismo e a publicidade durante décadas e décadas.

Faleceu em 1990.

A outra foto foi que gerou um anúncio de promoção da data lá pelos idos de 1966, publicado no jornal O Globo, do qual Sylvio Behring foi Diretor por 37 anos.

Na foto tirada na casa dele, meus filhos Sylvio e Marcelo abraçam minhas pernas, numa manifestação de carinho, que sempre foi o mote da criação do meu papai.

Fique com Deus.”

Flavio Behring

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Por que visitar outras academias

Visitar outras academias é uma atitude um pouco mal vista ainda nos dias de hoje. Antigamente havia muita rivalidade entre equipes, porém esse tempo passou, e hoje vemos muitos atletas visitando outros lugares, afim de fazer treinos novos, conhecer posições novas e também, fazer amigos.

Listamos hoje 3 bons motivos para você ir fazer um treino naquela equipe que você simpatiza. Confira:


1) Avaliar o seu jiu jitsu

Ao visitar outras equipes, você terá de rolar com pessoas diferentes as que você está acostumada (e que obviamente conhecem seu jogo e vice-versa). É uma ótima oportunidade de conhecer diferentes tipos de jiu jitsu, seja ele mais acelerado ou mais “soltinho”. Como você vai estar “visitando” outra academia, que supostamente seja de amigos seus, faça rolas duros, mas respeitosos, sem querer “arrancar a cabeça” de ninguém.

2)  Aprimorar o seu jogo
Apesar de todas as academias seguirem mais ou menos a mesma sequência de treino (aquecimento, posições, drills e rolas), toda equipe tem algo diferente como diferencial, umas com um aquecimento mais forte, outras posições mais dinâmicas, enfim, seja qual for o diferencial de cada uma, tenho certeza que a experiência vai acrescentar e muito ao seu jogo.

3) Fazer novas amizades

Caso você já tenha ido competir ou foi até mesmo em um seminário, de certo conheceu pessoas novas, fez novos amigos. Essa é uma das maiores dádivas do jiu jitsu: fazer amigos! Apesar de sempre fechar a cara e rolar duro uns com os outros, ao final tem aquele abraço amistoso, que estreita as relações.  

 

E você, já pensou em visitar outra equipe? Vou ficando por aqui e até a próxima!

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Entrevista exclusiva com Flavio Behring – Parte II

Semana passada postamos a primeira parte da entrevista com o mestre Flavio Behring. Como o bate papo ficou longo, dividimos em duas partes, e a segunda segue logo abaixo. Boa leitura!

Dragão Kimonos: Qual a dica que você dá para quem diz que já passou da idade para começar a treinar? Visto que o jiu Jitsu é para todos.
Ele é para todos, existem experiências enormes nesse sentido. Aliás, tenho exemplos de alunos bem idosos, que inclusive eram sedentários que iniciaram em uma academia buscando o esporte mais como uma brincadeira, como uma forma de exercitar o corpo. Eu tenho um exemplo especial de um faixa preta quarto o quinto grau de uma outra modalidade da arte marcial, da Espanha, que começou a praticar o jiu jitsu aos 64 anos de idade, . No Jiu jitsu ele se redescobriu, e ficou maravilhado, pois deu a ele uma contribuição adicional e proporcionou também longevidade, ou seja, ele pode passar o resto da vida treinando, visto que o jiu jitsu é infinito. Obviamente que depende do lugar onde ele for treinar – se for em uma academia onde houver treinos fortes para campeonato, ele vai tomar um amasso e não voltará mais. A didática do professor com esse tipo de aluno deve ser diferente, afinal uma pessoa de mais idade deve ter um treino e uma atenção diferenciada.

Dragão Kimonos: Como era o sistema de graduações na sua época?
Nem havia isso, no tempo que eu comecei a treinar, que era diretamente com o grande mestre Hélio Gracie, e eu permaneci até os 17 anos como aluno faixa branca. Minha primeira faixa, que era azul clara eu ganhei aos 17 anos, quando fui convidado pelo mestre Hélio Gracie a ser monitor da academia que ele dava aula. Até 1970,  cada academia tinha um modo de graduação – e no final da década de 60 veio a ser criada a primeira federação, no RJ  que impôs o sistema de faixas, que permitiu a criação de regras, normas em campeonatos, e etc. Hoje o que eu vejo, é que muitas pessoas graduam por conta de performance em campeonatos. Hoje o atleta ganha, amanhã ele perde, a performance é inconsistente. É preciso que hajam bons professores, com formação técnica e maturidade suficiente para ministrar aulas, de forma que eles não acabem distorcendo o que deve ser bem orientado e bem guiado para que o aluno aprenda o que há de melhor.

Dragão Kimonos: Como é a sua rotina de treinos, seminários, workshops?
Quando estou no Brasil, faço dia sim, dia não, um treinamento pessoal, onde me reúno com um grupo de faixas pretas e nós discutimos técnicas, o porquê das coisas, e eu fico avaliando em mim, qual é a minha capacitação física para aquele determinado movimento. Quando eu dou um curso, uma aula, eu preciso saber quais são os meus limites, limites estes impostos por 68  anos de prática de jiu jitsu, ou seja as articulações já não respondem tão bem e eu preciso encontrar resposta para qualquer questão. Quando eu viajo, é mais intenso: quando estou fora do Brasil, dou curso todos os dias, dou aulas às vezes duas ou mais vezes ao dia, à noite…. e essa é a minha rotina durante dois, três meses, depois volto ao Brasil para poder recarregar as baterias e voltar com mais conhecimento.

 Aqui, vez ou outra eu faço um curso de formação, mas é eventualmente, por uma série de razões – e a principal delas é que aqui as pessoas acham que sabem tudo. Gosto de dar aula para quem quer aprender, afinal, aprender é uma virtude, e é por isso que no ano que vem, em novembro de 2017, eu completo 80 anos de vida, 70 anos de jiu jitsu e voltarei à faixa branca, e vou voltar ao aprendizado – e ai os meus faixas pretas vão me dar aula. Vou recomeçar o ciclo, me renovar, para aprender novamente, vou continuar com os meus cursos, mas com um ciclo novo começando.